ENE(S)TIC
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sugar-V: BlogueO blogue é uma ferramenta online, que permit...
Sugar-V: BlogueO blogue é uma ferramenta online, que permit...: "Blogue O blogue é uma ferramenta online, que permite aos indivíduos partilharem opiniões, informações e adicionarem ao texto algumas hiperli..."
Estratégias
A Web ( World Wide Web) tem crescido de forma assustadora, desde os meados dos anos 90, contando actualmente com cerca de 10 bilhões de páginas.
Para que entendam melhor estas estratégias que facilitam a busca de informação, deixo-vos aqui um vídeo que exemplifica melhor ... Espero que gostem ;)
A imensa massa de informações traz consigo uma grande dificuldade inerente, relativamente à busca de informações especificas.
É necessário entender que por maior e mais completo que este conjunto de informações possa ser, ele será inútil caso não se consiga encontrar o que se precisa.
No que concerne ás pesquisas na web, vou indicar um conjunto de estratégias que podem facilitar e ajudar a busca de informação, sendo elas:
1) Busca por Palavra-Chave
2) Busca por Definições Amplas
3) Busca Complexa
4) Uso de Conhecimento Geral
5) Convenção de Computador
6) Busca Booleana
7) Emprego de Directório
8) Acesso a Portal Específi co
9) Digitação Directa
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O Blogue e os seus contributos
Um blogue é um site cuja estrutura permite a actualização rápida a partir de acréscimos de artigos, ou posts. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas.
Muitos blogs fornecem comentários ou notícias sobre um assunto em particular; outros funcionam mais como diários online. O típico blogue combina textos, imagens e links para outros blogs, páginas da Web relacionadas a seu tema. A capacidade de leitores deixarem comentários de forma a interagir com o autor e outros leitores é uma parte importante de muitos blogs.
Alguns sistemas de criação e edição de blogs são muito atractivos pelas facilidades que oferecem. A maioria dos blogs são primariamente textuais, embora uma parte seja focada em temas exclusivos como arte, fotografia, vídeos, música ou áudio, formando uma ampla rede de mídias sociais.
A criação de um blogue pode conter vários objectivos. Pode ser usado como um diário pessoal online, ou para promover a comunicação entre pessoas com interesses comuns; registar o desenvolvimento de determinado processo, ou fazer ouvir uma voz (ou várias vozes) que não teriam a possibilidade de se fazerem ouvir em qualquer outro meio.
Por exemplo, eu criei o meu blogue no âmbito da Unidade Curricular de Psicologia e Tic. Este blogue permite-me expor alguns assuntos abordados nas aulas, fazendo com que outras pessoas, por mais loge que estejam consigam visualizar o meu trabalho. O blogue assenta bem na ideia do " dar e receber". É o transpor ideias para outras pessoas e receber ideias de outras pessoas, culminando numa partilha de informação globalizada.
Para perceber melhor no que consiste um blogue e quais são os seus grandes contributos, deixo aqui um óptimo vídeo que aborda estas temáticas. Enjoy it : )
" A cultura digital é a cultura da contemporaneidade" assocaiada ao conceito de Web 2.0
Relativamente, ao vídeo que postei ontem, gostaria de abordar mais pormenorizadamente as características da cultura digital, associada ao conceito de Web 2.0, em interligação aos processos de integração no nosso dia-a-dia.
" A cultura digital é a cultura da contemporaneidade". O século XXI pode ser considerado como a era digital. As ferramentas da Internet (blogues, redes sociais) estão a mudar, cada vez mais a própria cultura. A possibilidade oferecida ao internauta de poder criar ou simplesmente, interagir com todos os tipos de conteúdo disponiveis na rede, transformam a maneira das pessoas absorverem o conhecimento. A cultura digital é um novo conceito e parte da ideia de que a revolução das tecnologias digitais são capazes de mudar comportamentos.
As tecnologias digitais permitem o contacto virtual entre grupos de diferentes identidades sociais.
O uso pleno da Internet e do software, cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte.
A cultura digital está associada ao conceito de Web 2.0. A Web 2.0 foi um termo criado em 2004 pela empresa americana O'Reilly Media, de modo a designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito fulcral a "web como plataforma", envolvendo wikis. A Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma e o entender das regras, com o objectivo de obter sucesso nesta nova plataforma.
Muitos especialistas discordam do termo, do conceito e das ideias que envolvem o termo Web 2.0.
Esses especialistas alegam, que o conceito é demasiado extenso, subjetivo, abrangente e vago, não existindo na Web 2.0 nenhuma nova tecnologia, conceitos e/ou ideias. Estes críticos consideram que não existe uma segunda geração de aplicativos web, apenas uma evolução natural, promovida principalmente pelo grande aumento no número de usuários de banda larga e da própria Internet.
Como já foi referido anteriormente, a cultura digital é capaz de mudar os nossos comportamentos e até mesmo capaz de alterar a forma como absorvemos o conhecimento e por conseguinte a nossa integração no dia-a-dia vai ser realizada de forma diferente!
terça-feira, 12 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Implicações da informação actual, no conhecimento, na aprendizagem e na educação
A partir de uma perspectiva educacional e comunicacional/tecnológica, a reflexão parte de discussões acerca das mudanças verificadas na sociedade em consequência do surgimento de um novo modelo econômico, da modernização da comunicação, e, finalmente, da influência das tecnologias digitais, como a internet, transformando-a no que alguns teóricos chamam de "sociedade da informação" ou "sociedade do conhecimento". Neste sentido, é de extrema importância discutir essas implicações nas áreas social, econômica, cultural e, principalmente, educacional, em virtude da necessidade de abordar o conhecimento, o papel dos educadores e das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nesta nova sociedade.
De acordo com Silva et al. (2008), o advento da internet, dos microcomputadores e de novos softwares educacionais ofereceu novas possibilidades ao processo de ensino-aprendizagem, propiciando aos professores a oportunidade de buscar um novo modo de ensinar e, aos alunos, novas formas e possibilidades de aprender.
Esses ambientes virtuais de aprendizagem, criados a partir de recursos das tecnologias digitais e utilizando como meio de difusão e comunicação a internet, oferecem, para Almendra et al. (2008), uma gama de recursos que vão desde a administração das atividades acadêmicas, como criação de turmas e inscrição de alunos, passando pelo fornecimento de ferramentas para a comunicação entre os participantes, até a criação, em tempo real, de ambientes imersivos e interactivos, como no caso dos jogos e mundos virtuais.
As recentes contribuições das teorias de aprendizagem apontam para a necessidade de proporcionar uma maior interactividade aos alunos, por meio de recursos capazes de estimular os seus diferentes níveis de percepção, criando, assim, novas oportunidades de aprendizagem. Os autores defendem que, nesse novo contexto, o papel do professor sofre profundas alterações ao recorrer às TIC, devendo oferecer ao aluno condições de se apropriar dos conhecimentos, por iniciativa própria e com autonomia, e interagir activamente com o mundo.
Podemos, então concluir que o uso de novas tecnologias, como novos programas e novos softwares por parte dos professores, vão incentivar de forma acentuada os alunos, fazendo com que haja uma maior interacção entre aluno - professor e vice-versa.
Caracteristicas da informação no séc.XXI
Dificilmente alguém discordaria de que a sociedade da informação é o principal traço característico do debate público sobre desenvolvimento, seja a um nivel local ou global, neste alvorecer do séc. XXI.
Quando o Homem passou pela 1ªRevolução Industrial em 1750 não imaginava, qual seria a evolução da sua caparcidade de criar técnicas e aperfeiçoamentos que se encaixem com o dia-a-dia de uma sociedade globalizada.
Com o passar dos anos, deparamo-nos com a 2ªRevolução Industrial, de onde surgiu o petróleo, gerando assim a electricidade e provenientemente o mundo automobilístico.
Hoje, no século XXI passamos pela 3ªRevolução Industrial, que teve ínicio na década de 70.
Hoje, sem qualquer tipo de dúvida, podemos afirmar com todas as forças que vivemos num mundo globalizado e até mesmo facilitado, de certo modo pelas máquinas que trabalham e "pensam" pelo próprio Ser Humano.
A revolução da informação permite antever profundas mudanças na forma como se encara a sociedade, a sua organização e as suas estruturas, criando um maior desafio. Este desafio coloca-nos perante duas opções: ou se aproveita as oportunidades dadas e se supera os potenciais riscos, ou se "deixa andar", sujeitando-se às mudanças, com todas as incertezas que daí possam decorrer.
Existem diversos riscos devido à criação de uma sociedade a dois níveis, composta por aqueles que tem acesso às novas tecnologias, sentindo-se por esse facto à vontade e aproveitando ao máximo os seus benefícios, e por outros, que não possuem esse acesso, eventuais vítimas marginalizadas por parte da nova cultura da informação e dos seus instrumentos.
Assim, há que encontrar maneiras de superar os riscos e maximizar os benefícios, sendo da responsabilidade das autoridades públicas a criação de salvaguardas e a garantia da coesão da nova sociedade emergente, devendo ser providenciado um acesso razoável, a todos, às infra - estruturas, devendo, também, ser dispensada uma especial atenção à difusão e à aceitação do uso das novas tecnologias por parte da população.
É de extrema importância analisar o papel da educação, da formação e da especialização na Sociedade da Informação. Em primeiro lugar constata que esta nova sociedade assenta as suas bases no desenvolvimento do trabalho intelectual, sendo as actividades globais muito complexas. Por esse motivo, são necessárias a especialização e a qualificação dos trabalhadores da Sociedade da Informação.
Estas actividades serão suportadas pela tecnologia, nomeadamente as tecnologias da informação (TI). Em virtude do uso das TI, muitas das actividades que hoje existem deixarão de existir, pelo que se prevê em consequência uma desqualificação e um correspondente aumento do desemprego, mas terão de ser criados novos empregos tecnológicos, e a Comissão Europeia prevê mesmo que seja criado um número equivalente ou ligeiramente superior de novos empregos quando comparado ao número dos empregos que irão ser suprimidos.
Quando o Homem passou pela 1ªRevolução Industrial em 1750 não imaginava, qual seria a evolução da sua caparcidade de criar técnicas e aperfeiçoamentos que se encaixem com o dia-a-dia de uma sociedade globalizada.
Com o passar dos anos, deparamo-nos com a 2ªRevolução Industrial, de onde surgiu o petróleo, gerando assim a electricidade e provenientemente o mundo automobilístico.
Hoje, no século XXI passamos pela 3ªRevolução Industrial, que teve ínicio na década de 70.
Hoje, sem qualquer tipo de dúvida, podemos afirmar com todas as forças que vivemos num mundo globalizado e até mesmo facilitado, de certo modo pelas máquinas que trabalham e "pensam" pelo próprio Ser Humano.
A revolução da informação permite antever profundas mudanças na forma como se encara a sociedade, a sua organização e as suas estruturas, criando um maior desafio. Este desafio coloca-nos perante duas opções: ou se aproveita as oportunidades dadas e se supera os potenciais riscos, ou se "deixa andar", sujeitando-se às mudanças, com todas as incertezas que daí possam decorrer.
Existem diversos riscos devido à criação de uma sociedade a dois níveis, composta por aqueles que tem acesso às novas tecnologias, sentindo-se por esse facto à vontade e aproveitando ao máximo os seus benefícios, e por outros, que não possuem esse acesso, eventuais vítimas marginalizadas por parte da nova cultura da informação e dos seus instrumentos.
Assim, há que encontrar maneiras de superar os riscos e maximizar os benefícios, sendo da responsabilidade das autoridades públicas a criação de salvaguardas e a garantia da coesão da nova sociedade emergente, devendo ser providenciado um acesso razoável, a todos, às infra - estruturas, devendo, também, ser dispensada uma especial atenção à difusão e à aceitação do uso das novas tecnologias por parte da população.
É de extrema importância analisar o papel da educação, da formação e da especialização na Sociedade da Informação. Em primeiro lugar constata que esta nova sociedade assenta as suas bases no desenvolvimento do trabalho intelectual, sendo as actividades globais muito complexas. Por esse motivo, são necessárias a especialização e a qualificação dos trabalhadores da Sociedade da Informação.
Estas actividades serão suportadas pela tecnologia, nomeadamente as tecnologias da informação (TI). Em virtude do uso das TI, muitas das actividades que hoje existem deixarão de existir, pelo que se prevê em consequência uma desqualificação e um correspondente aumento do desemprego, mas terão de ser criados novos empregos tecnológicos, e a Comissão Europeia prevê mesmo que seja criado um número equivalente ou ligeiramente superior de novos empregos quando comparado ao número dos empregos que irão ser suprimidos.
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